Como eliminar os sabotadores da autoestima? – Dicas (Parte II)

Como eliminar os sabotadores da autoestima? – Dicas (Parte II)

Procrastinar:

– Faça uma lista das tarefas que tem para fazer.

– Perceba o que é prioridade e urgente fazer primeiro.

– Liberte-se das possíveis distrações.

– Não espere pela motivação, comece as tarefas com base em compromisso, disciplina e ação!

Ser perfecionista e ter medo de falhar:

Reflita:

– O perfecionismo já a(o) impediu de conseguir algo ou atrapalhou alguma situação?

– Quais as vantagens e desvantagens do perfecionismo?

– Valoriza-se pelo progresso ou apenas pelo resultado?

– As pessoas que ama são 100% perfeitas? É possível ser-se amada(o) e suficiente sem se ser perfeita(o)?

Ambientes tóxicos à sua volta:

Pense:

– Quais os comportamentos que considera tóxicos?

– Em que relações é que esses comportamentos estão mais presentes?

– Como se sente nessas relações?

– O que pode fazer quanto a essas relações? (Algumas sugestões: comunicar os seus limites; afastar-se; não dar importância à toxicidade; tentar compreender e perdoar)

Depender de validação externa:

Pense nos momentos em que procurou validação dos outros:

– Algum momento em que procurou essa validação e não a obteve? Isso quer dizer que o seu trabalho já não está ótimo ou que a sua decisão foi a incorreta?

– Se alguém lhe der uma opinião positiva e outra pessoa uma opinião negativa, em qual se costuma focar mais? Costuma autocriticar-se pela opinião negativa?

As suas opiniões sobre as suas escolhas, gostos, decisões são só suas e valem mais do que as que os outros têm sobre elas!

Autocrítica excessiva:

Reflita:

– Como se trata normalmente? O que diz a si própria(o)?

– Perdoa-se a si própria(o) facilmente?

– Fala consigo própria(o) de forma gentil e respeitadora?

– Como falaria com um familiar ou amigo que se encontra na mesma situação?

Fontes:

Martins, J. G. (2023). Torna-te o amor da tua vida. Planeta.

Rosenberg, M. B. (2021). Comunicação não-violenta: Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais. Editora Ágora.

Ana Sofia Santos

#autoestima #autossabotagem #amorproprio #assertividade #autocritica

Como eliminar os sabotadores da autoestima? – Dicas (Parte I)

Como eliminar os sabotadores da autoestima? – Dicas (Parte I)

 Dificuldade em dizer não:

Fórmula para dizer não: Agradecer + Elogiar + Negar + Encaminhar ou Dar alternativas

Exemplo: “Obrigada pelo convite, acho uma ideia interessante. Infelizmente, nesse dia não consigo. Que tal combinarmos noutra data?”

Necessidade de agradar a todos:

Reflita: Qual a sua comida favorita? E a comida preferida de 2 outras pessoas que conhece? Este é só um exemplo de como somos todos diferentes e é impossível haver sempre concordância em opiniões e gostos. Seja você mesma(o)!

Dificuldade em colocar-se em primeiro lugar:

Responda rapidamente à pergunta: Quem são as cinco pessoas mais importantes da sua vida?

Colocou-se na lista?

Comparar-se excessivamente com os outros:

Reflita:

– Com quem se costuma comparar?

– Ao comparar-se é para se inspirar ou para se autocriticar?

– Quais as vantagens e desvantagens de se comparar?

– Pense no seu “eu ideal” (baseado no que realmente quer e deseja). Que passos pode dar para que o seu “eu real” se aproxime do “eu ideal”?

Dificuldade em ser assertiva(o):

– Passos para ser assertiva(o) com base na Comunicação Não-Violenta:

Observar sem julgamento (descrever os factos) + Sentimentos (o que sentimos na situação) + Necessidade (que necessidade nossa não foi satisfeita) + Pedido (o que gostaríamos que a pessoa fizesse no futuro)

Exemplo: “Quando acontece a, sinto b, porque preciso de c. Portanto, agora gostava de d.”

Falta de limites claros nas relações:

– Pense nas pessoas que tem na sua vida e em como estão as vossas relações.

– Há alguma(s) que necessite(m) de mais limites ou em que necessita de expressar mais os seus pensamentos, sentimentos e necessidades?

– De 0 a 10 atribua uma classificação a cada relação, em que 10 é máximo de qualidade da relação e 0 é o mínimo.

– Que alterações pode fazer para melhorar essas relações?

Fontes:

Martins, J. G. (2023). Torna-te o amor da tua vida. Planeta.

Rosenberg, M. B. (2021). Comunicação não-violenta: Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais. Editora Ágora.

Ana Sofia Santos

#autoestima #autossabotagem #amorproprio #assertividade #autocritica

11 Fatores que interferem na sua autoestima – Os conhecidos “autossabotadores”

11 Fatores que interferem na sua autoestima – Os conhecidos “autossabotadores”

Dificuldade em dizer não: caracteriza-se pelo medo de como o outro vai reagir perante o nosso “não”, de não ser aceite pelo outro, de deixar de ser amada(o) pelo outro, de desagradar ao outro.

  1.  Necessidade de agradar a todos: é natural que, como seres sociais, queiramos em certa medida agradar uns aos outros, maioritariamente a pessoas que gostamos. No entanto, a necessidade de agradar a todos traduz-se muitas vezes em desagradarmos à pessoa mais importante – a nós mesmas(os)!

Dificuldade em colocar-se em primeiro lugar: abdicar das suas necessidades para colocar as necessidades dos outros em primeiro.

Comparar-se excessivamente com os outros: viver a sua vida constantemente a olhar para o lado, para o que as outras pessoas têm ou fazem.

Dificuldade em ser assertiva(o): ter dificuldade em partilhar com os outros os seus limites e as suas necessidades.

Falta de limites claros nas relações: ter dificuldade em definir o que aceita e o que não aceita nas relações e em comunicar isso aos outros.

Procrastinar: adiar tarefas que sabe que tem de fazer, mas que por algum motivo não quero fazer logo.

Ser perfecionista e ter medo de falhar: correr atrás da perfeição e ter pavor de errar, falhar ou de não ser perfeita(o).

Ambientes tóxicos à sua volta: pessoas à sua volta com comportamentos tóxicos, por exemplo, comportamentos de crítica e julgamento constantes, comportamentos manipuladores, comportamentos de inveja, comportamentos controladores, entre outros.

Depender de validação externa: procurar opiniões dos outros para quase tudo, por exemplo, o que vestir, o que escolher, o que fazer, o que gostar, entre outros.

Autocrítica excessiva: criticar-se constantemente, inferiorizar-se, duvidar de si, insultar-se, entre outros.

Identifica-se com estes autossabotadores?

Mantenha-se atenta(o) ao nosso perfil. Em breve, publicaremos algumas dicas para diminuir estes autossabotadores e melhorar a sua autoestima.

Fonte:

Martins, J. G. (2023). Torna-te o amor da tua vida. Planeta.

Ana Sofia Santos

#autoestima #autossabotagem #amorproprio #assertividade #autocritica

Sabe o que é o Autocuidado?

Sabe o que é o Autocuidado?

O autocuidado refere-se às atitudes de cuidado que temos connosco. Envolve todas as atividades que escolhemos fazer e que previnem, mantêm ou melhoram a nossa saúde mental e física.

Podemos falar de autocuidado a diferentes níveis, nomeadamente: emocional, intelectual, social, físico e espiritual.

Deixamos-lhe algumas sugestões:

Autocuidado emocional:

  • Realização de um diário onde pode escrever os seus sentimentos e emoções;
  • Realização de atividades de expressão, como dança, canto, pintura, entre outras.

Autocuidado intelectual:

  • Ler um livro novo que lhe desperte o interesse;
  • Fazer um curso ou uma formação;
  • Ouvir podcasts ou ver documentários.

Autocuidado social:

  • Sair com amigos;
  • Conversar com familiares e amigos;
  • Fazer atividades sociais: voluntariado, aulas de grupo no ginásio, entre outras.

Autocuidado físico:

  • Tomar um banho relaxante;
  • Ir fazer uma massagem relaxante;
  • Praticar exercício físico.

Autocuidado espiritual:

  • Praticar Mindfulness (atenção plena – viver no presente);
  • Ter um diário de gratidão;
  • Realizar atividades na natureza.

Cada pessoa pode ter as suas estratégias de autocuidado. Somos todos diferentes… Uma estratégia pode resultar muito bem para uma pessoa e não resultar para outra. Experimente!

Autocuidado é “perguntares-te diariamente do que precisas e garantires que te dás exatamente isso” (Martins, 2023).

Fontes:

Martins, J. G. (2023). Torna-te o amor da tua vida. Planeta.

Ordem dos Psicólogos Portugueses. (2021). Cuido bem de mim? Checklist sobre comportamentos de autocuidado. https://www.ordemdospsicologos.pt/ficheiros/documentos/checklist_comportamentos_autocuidado.pdf

Ana Sofia Santos

#autocuidado #autoestima #amorproprio

Como está a sua relação com o seu corpo? Imagem corporal e autoestima

Como está a sua relação com o seu corpo? Imagem corporal e autoestima

A imagem corporal corresponde à perceção que uma pessoa tem quanto ao seu corpo e sobre como se relaciona com ele, ou seja, se gosta dele ou não. Assim, a imagem corporal é também uma componente da autoestima.

Numa sociedade que cada vez mais impõe padrões de “beleza”, torna-se relevante analisarmos a relação da imagem corporal com a autoestima. Muitas pessoas dizem “Quando eu emagrecer X quilos vou gostar mais de mim”, “Quando eu … vou ser mais feliz comigo própria/o”. É verdade que isso pode acontecer: mudanças na imagem corporal podem contribuir para mais autoestima. No entanto, a autoestima não depende só disso. Podemos mudar o exterior, mas se não mudarmos o interior, ou seja, se não mudarmos a forma como nos tratamos, o que pensamos sobre nós, etc., a nossa autoestima continuará a sofrer…

Além disso, porquê adiar o amor próprio? Porquê adiar a felicidade? Não pode gostar de si e ser feliz agora?

A mensagem principal deste post é que não há corpos perfeitos. Há corpos que devem ser aceites e amados, sem julgamentos e críticas, por serem tal e qual como são. Devemos apreciar tudo aquilo que o nosso corpo faz por nós: respirar, alimentar, caminhar, ….

Só depois de o aceitarmos como é, é que o podemos mudar, se assim quisermos. A única forma de conseguirmos mudar algo, é primeiro reconhecendo e aceitando que existe. No fundo, ter uma boa imagem é a pessoa gostar da sua aparência, de forma realista, saudável e positiva, não interessando se tem ou não uma imagem igual à dos padrões.

Reflita sobre a sua imagem corporal:

– Há algo que quer mudar?

– O que considera estar menos bem para querer mudar?

– Porque é que quer mudar?

– Quando começou a pensar em mudar?

– Quer mudar por si ou por outro motivo (por outra pessoa, pela sociedade, …)?

– Quais as vantagens e desvantagens dessa mudança?

Fonte:

Martins, J. G. (2023). Torna-te o amor da tua vida. Planeta.

Ana Sofia Santos

#imagemcorporal #autoestima #amorproprio #confiança

Sabia que a sua postura corporal pode comunicar a sua autoestima?

Sabia que a sua postura corporal pode comunicar a sua autoestima?

A nossa postura corporal pode comunicar muita coisa, incluindo como está a nossa autoestima e confiança em nós próprios.

Como costuma sentar-se?

  • Com as costas curvadas, mãos no colo?
  • Com as costas direitas e braços abertos?

Como costuma estar de pé?

  • Apoiado mais numa perna do que noutra? Com as mãos juntas à frente do corpo?
  • Ou com as pernas afastadas e o peso equilibrado entre as duas? Com as mãos na cintura?

Posturas corporais mais encolhidas e fechadas transmitem insegurança. No fundo, são posturas que servem para nos protegermos quando não nos sentimos confortáveis ou em segurança.

Por outro lado, posturas corporais mais expansivas e abertas comunicam segurança e confiança e, por isso, uma melhor autoestima.

Pense nas pessoas mais confiantes que conhece. Elas costumam ocupar mais espaço ou menos? Costumam ter posturas mais expansivas ou mais encolhidas?

Experimente a seguinte posição durante pelo menos dois minutos e veja como se sente!

Coloque os ombros direitos, a cabeça para cima, os braços para cima como se estivesse a festejar algo.

O que nota logo na sua disposição?

Pode começar já a melhorar a sua confiança em si, mudando a sua postura corporal!

Fontes:

Cuddy, A. (2016). Presence: Bringing your boldest self to your biggest challenges. Little, Brown and Company.

Martins, J. G. (2023). Torna-te o amor da tua vida. Planeta.

Ana Sofia Santos

#autoestima #posturacorporal #amorproprio #confiança

Autoestima: Agir apesar do medo

Autoestima: Agir apesar do medo

A autoconfiança surge maioritariamente da ação! É ao agirmos que vamos ganhando confiança, crescendo e provando a nós mesmas(os) as nossas capacidades.

Agir ou não agir são ambos ações e escolhas que, como tudo, têm consequências. Muitas vezes, com o agir vem a saída da nossa zona de conforto e isso traz medo. No entanto, para irmos construindo a nossa autoconfiança, precisamos mesmo de ir saindo da nossa zona de conforto.

Uma pessoa confiante não é alguém que não tem medos. É alguém que avança apesar dos medos.

O que pode fazer para agir apesar do medo?

1º Identificar o que lhe está a causar medo!

2º Analisar se o medo está a alertar para um perigo real ou para um perigo não real!

3º Se o perigo não for real, fará sentido enfrentá-lo!

4º Se ainda assim não conseguir, avalie as vantagens e desvantagens de enfrentar a situação e de agir!

Confiar é acolher o medo e caminhar com ele!

Reflita:

  • Quantos desafios já superou até hoje?
  • Tem aplaudido as suas conquistas?
  • Costuma parar para perceber a pessoa incrível que é?

Fonte:

Martins, J. G. (2023). Torna-te o amor da tua vida. Planeta.

Ana Sofia Santos

#autoestima #medo #autoconfiança #confiar #amorproprio

Conhece as 5 linguagens do Amor? Saiba quais são e aplique-as a si mesma(o)!

Conhece as 5 linguagens do Amor? Saiba quais são e aplique-as a si mesma(o)!

As linguagens do amor de Gary Chapman correspondem a cinco formas básicas de como as pessoas expressam amor. Hoje, vamos falar sobre como podemos aplicar estas cinco formas a nós mesmas(os).

As cinco linguagens do amor são:

  1. Palavras de afirmação: correspondem a elogios, incentivos e frases bonitas que podemos dizer ao outro.

Sugestões para si mesma(o):

Dizer “Gosto muito de ti” (ao olhar-nos ao espelho)

Elogiar algo que fizemos “Este jantar estava incrível!”

Elogiar algo que gostamos em nós “Adoro como consigo ser tão empática e carinhosa”

  1. Tempo de qualidade: corresponde ao tempo que passamos (verdadeiramente presentes) com as pessoas que amamos.

Sugestões para si mesma(o):

Ir a algum lado que gostamos e apreciarmos a nossa própria companhia

Viver o momento presente!

  1. Presentes: corresponde a gestos de dar algo para demonstrar amor, não precisando de ser algo caro ou de luxo.

Sugestão para si mesma(o):

Ofereça a si própria(o) um presente

(uma viagem, uma jóia, uma comida, etc.)

  1. Atos ou gestos de serviço: correspondem à expressão de amor através da realização de um serviço, como arranjar algo em casa, lavar a loiça, entre outros.

Sugestão para si mesma(o):

Faça as tarefas que são necessárias e aprecie a sua independência

  1. Toque físico: corresponde à demonstração de amor através de toques físicos, como abraços, beijos, toques nas mãos, relações sexuais, entre outros.

Sugestão para si mesma(o):

Dê um abraço a si própria(o)

Faça uma massagem nos seus pés

Faça festas na sua cara

Qual(is) é(são) a(s) linguagem(ns) de amor com que se identifica mais? Tem dado esse amor a si mesma(o)?

Fonte:

Martins, J. G. (2023). Torna-te o amor da tua vida. Planeta.

Ana Sofia Santos

#autoestima #linguagensamor #amorproprio 

Como é que as suas crenças estão a afetar a sua autoestima?

Como é que as suas crenças estão a afetar a sua autoestima?

As nossas crenças correspondem às ideias mais profundas que temos sobre nós próprios, o mundo e os outros. É destas crenças, muitas vezes chamadas de crenças nucleares, que surgem os nossos pensamentos automáticos. As crenças que desenvolvemos são criadas fundamentalmente pelas experiências que vamos tendo na infância e adolescência.

Crenças adaptativas (flexíveis e baseadas na realidade) = Autoestima boa

Crenças desadaptativas (negativas e limitadoras) = Autoestima baixa

As crenças adaptativas ajudam-nos a enfrentar situações e a aceitar oportunidades. Por outro lado, as crenças desadaptativas afastam-nos da felicidade e dos nossos objetivos.

Temos três tipos de crenças adaptativas:

  1. Crença de eficiência: o que acreditamos ser capazes de fazer; “eu consigo fazer/realizar tarefas”
  2. Crença de amabilidade: acreditamos que somos amadas(os) e desejadas(os)
  3. Crença de valor: acreditamos que somos dignas(os) e que temos valor como pessoas.

E temos três tipos de crenças desadaptativas:

  1. Crença de desamparo: acreditamos que não somos capazes, com pensamentos do tipo “sou fraca(o)” ou “sou inferior”
  2. Crença de desamor: acreditamos que somos rejeitadas(os), por exemplo “não sou amada(o)”, “não sou boa(m)” ou “ninguém gosta de mim”
  3. Crença de desvalor: acreditamos não ter moral ou valor, por exemplo, “não mereço viver”, “sou má pessoa”

Com que crenças se identifica mais? As nossas crenças não têm de ditar a nossa vida. Podem ser mudadas! Procure orientação profissional.

Fonte:

Martins, J. G. (2023). Torna-te o amor da tua vida. Planeta.

Ana Sofia Santos

#autoestima #crenças #crençaslimitadoras #amorproprio  

Apresenta sinais de baixa autoestima?

Apresenta sinais de baixa autoestima?

Hoje, apresentamos-lhe alguns sinais de baixa autoestima. Reflita se se identifica com alguns.

  • Dificuldade em aceitar elogios;
  • Dificuldade em reconhecer qualidades;
  • Perfecionismo;
  • Dependência emocional;
  • Dificuldade em lidar com críticas;
  • Dificuldade em impor limites;
  • Ciúmes excessivos;
  • Fazer comparações excessivamente.

A baixa autoestima pode apresentar várias características que variam de pessoa para pessoa. Estes são alguns exemplos de sinais que podem significar uma baixa autoestima, havendo muitos mais que também podem ser indicadores.

Ana Sofia Santos

#autoestima #amorproprio #perfecionismo #dependenciaemocional #limites #ciumes

Fonte:

Martins, J. G. (2021). Torna-te o amor da tua vida. Planeta.